domingo, 28 de fevereiro de 2010

COMA NA HORA CERTA! – Treinando ao meio-dia




Caso treine no final da manhã (horário de almoço), é bom ter um trabalho que lhe permita comer neste horário. Assim como o atleta matutino, é necessário preparar-se para treinar com batidas de proteínas e fa­zer uma refeição sólida uma hora após a suplementação pós-treino. Isso pode significar comer durante o seu trabalho.

SUPLEMENTOS PARA MALHADORES VESPERTINOS

Há suplementos que agem melhor no organismo se ingeridos com o estômago vazio e outros com o estô­mago cheio. E isso você deve saber caso treine neste horário. Isto o ajudará a preparar um plano de alimen­tação de modo que seus suplementos possam facilitar o desenvolvimento muscular.

1 – Ao acordar

Tome vitamina de 20g de proteína (l0g de proteína do soro do leite e l0g de proteína da soja), 5 a l0g de BCAA e 20 a 30g de carboidratos provenientes da fruta. Assim, interrompe-se o catabolismo noturno e potencializa-se a Testosterona para o desenvolvimento muscular. A soja au­mentará o fluxo sangüíneo e os níveis de NO e os aminoá­cidos podem chegar mais facilmente aos músculos.

2 – Antes do trabalho

Faça um bom café da manhã 30 a 60 minutos após a primeira refeição. Ingira 30 a 40g de proteína de quali­dade como, por exemplo, 6 claras de ovo e 2 a 3 gemas e 40 a 60g de carboidratos (complexos) de digestão lenta, que oferecem energia duradoura e permitem potencia­lizar a perda de gordura ao longo do dia.

3 – 1 hora antes de treinar

Tome 3 a Sg de Arginina. Isso potencializará os ní­veis de NO e, portanto, o fluxo sangüíneo e o aporte de nutrientes aos músculos durante o treinamento.

4 – 40 minutos antes de treinar

Tome um vitaminado de 20g de proteína (10g do soro + 10g de soja), 5 a 10g de BeM, 3 a 5g de Crea­tina (substituir por Óxido Nítrico – NO) e 20 a 40g de carboidratos de digestão lenta. A combinação oferece energia suficiente durante o treinamento (caso queira perder gordura e fazer exercícios aeróbios no final do treino, reduza a quantidade de carboidratos).

5 – Pós-treino

Assim que terminar a última repetição, ingira 3 a Sg de Arginina para potencializar a recuperação e o desen­volvimento dos músculos.

6 – 30 minutos depois de treinar

Aqui é quando começa o desenvolvimento muscular.

Tome um vitaminado com 40g de proteína do soro do leite, 5 a 10g de BCM, 3 a Sg de Creatina (substituir por Óxido Nítrico – NO) e 40 a 80g de carboidratos de digestão rápida.

7 – 1 hora após o treino

Está com fome? É normal. Faça uma refeição com­posta de 30 a 40g de proteína magra e aproximadamen­te 40g de carboidratos de digestão lenta.

REFEiÇÕES PARA MALHADORES VESPERTINOS

As dicas a seguir levam em consideração um indiví­duo que treina, pesa entre 70 e 90kg, quer aumentar o seu volume muscular e perder gordura. Caso seu peso não seja este, procure ajustar as quantidades de alimen­tos. Procure ingerir aproximadamente 40 calorias, 3g de proteínas, 4,Sg de carboidratos e l,lg de gordura por quilo de peso corporal diariamente.

REFEiÇÃO 1: Primeira refeição

10g de proteína do soro

10g de proteína de soja

1 xícara de morangos

REFEiÇÃO 2: Café da manhã

3 ovos inteiros

3 claras de ovo

2 xícaras de aveia cozida

REFEiÇÃO 3: Pré-treinamento

10g de proteína do soro

10g de proteína de soja

1 laranja grande

REFEiÇÃO 4: Pós-treino

40g de proteína do soro

600ml de bebida esportiva (isotônicos)

REFEiÇÃO 5: Almoço

1 lata de atum branco

1 colher de maionese light

2 fatias de pão integral

1 xícara de morangos

REFEiÇÃO 6: Lanche da tarde

1 xícara de requeijão semidesnatado

1/2 xícara de abacaxi em pedaços

6 bolachas integrais

REFEiÇÃO 7: Jantar

250g de salmão na chapa

1 xícara de arroz integral cozido

2 xícaras de brócolis

2 xícaras de salada mista

2 colheres de azeite de oliva e vinagre

REFEiÇÃO 8: Antes de dormir

20g de proteína de Caseína

28g de nozes, amêndoas ou avelãs

Tot. 3.333 CALORIAS, 297G DE PROTEíNA, 324G DE CARBOIDRATOS E 93G DE GORDURA

Nota: as proteínas devem ser batidas somente com água.

ALCOOL x MUSCULAÇÃO

O consumo de bebidas alcoólicas costuma ser uma coisa muito comum na rotina de vida da maioria das pessoas. Apesar de saberem dos males causados pela bebida alcoólica, esta continua a ser para muitos um “vício” difícil de largar. O álcool é uma droga “socialmente aceita” e por diversas vezes até incentivada.

É comum beber em festas, noitadas, encontros com amigos, etc. Isso se tornou algo básico, seja diariamente ou somente nos finais de semana. Há pessoas que não conseguem se divertir caso não tenha bebidas nas “curtições e encontros”. São comuns comentários do tipo: “festa sem álcool não tem graça, não é festa”. Com isso, acaba ocorrendo a introdução da bebida alcoólica na rotina de vida, gerando muitas vezes abusos e, em determinados casos, levando até a dependência.

O que muitas pessoas acabam esquecendo é que doenças do fígado, sistema digestivo e coração, assim como perda de apetite e deficiências vitamínicas, são alguns dos problemas causados diretamente pelo álcool.

“Durante a bebedeira, o aparelho digestivo teve muito trabalho extra. O estômago precisou fabricar mais suco gástrico: o fígado, mais bile, além de ter que neutralizar as toxinas presentes pelo álcool. O intestino necessitou produzir mais suco entérico e ainda ficou com o trânsito mais lento. A água é importante nesse processo. Ela repõe os líquidos perdidos e auxilia na remoção das toxinas acumuladas.” (Nutricionista Maribel Melos)

A ingestão contínua do álcool desgasta o organismo e então surgem os sintomas que comprometem a disposição para trabalhar, estudar, treinar, etc.

Com relação a absorção do álcool pelo organismo, segundo as informações do site consciencia.net :

“O processo de absorção do álcool é relativamente rápido (90% em uma hora). Porém o mesmo não ocorre com a eliminação, que demora de 6 (seis) a 8 (oito) horas e é feita através do fígado (90%), da respiração (8%) e da transpiração (2%).”

Muitas pessoas passam a noite toda bebendo, sem dormir, sem comer direito e, para piorar, no dia seguinte ficam ainda mais horas sem comer, isso quando não passam muito mal e/ou têm ressaca, o que detona ainda mais o organismo, em todos os sentidos.

Agora, você já deve ter uma noção do quanto o álcool tende a prejudicar os seus objetivos na musculação.

ÁLCOOL x MUSCULAÇÃO

Muita gente se pergunta: “Como o álcool pode atrapalhar meus ganhos? É claro, existem aqueles que nem têm noção do quanto que o álcool pode prejudicar os resultados na musculação.

Vou citar alguns pontos interessantes e importantes a respeito da ingestão de bebida alcoólica que deve ampliar o conhecimento a respeito dos reais malefícios que ela pode trazer aos praticantes de musculação ou mesmo de outros esportes.

É muito comum ver pessoas que passam a semana toda seguindo “dieta”, seja com objetivo de ganho de massa muscular, emagrecimento ou definição. Mas, ao chegar o fim de semana, é de lei “sair para beber” ou “tomar a cervejinha sagrada”. É quase impossível ficar sem beber.

É também bastante comum escutarmos essas mesmas pessoas reclamarem da falta de resultados expressivos em seus objetivos. Elas se questionam até porque seguem dietas restritas e mesmo assim não conseguem atingir bons resultados em seus objetivos.

OK, vamos lá! Você pode até ter uma dieta bem montada e um treinamento bem elaborado — e ter disciplina em segui-los —, mas de que adianta todo seu esforço se você não consegue ver que bebida alcoólica e resultados expressivos, na musculação NÃO COMBINAM! São lados opostos, onde a bebida pode ser considerada como a inimiga, a “sabotadora” de resultados. Você deve estar se perguntando: Por que “sabotadora” de resultados? Ao final deste artigo você entenderá o porque do álcool ser considerado um inimigo silencioso…

ÁLCOOL x EMAGRECIMENTO / DEFINIÇÃO

Em dietas para perder peso ou definição, o consumo de calorias diárias costuma ser bem restrito. Como falei anteriormente, muitas pessoas, apesar de seguirem suas dietas durante a semana, pecam ao consumir bebidas alcoólicas durante suas dietas. Com apenas um copo de cerveja você pode estar estragando toda sua dieta. Portanto, pense duas vezes antes de beber, pois pode parecer que não, mais isso interfere e muito no resultado final. Dependendo da restrição de calorias que contém a sua dieta, um copo de bebida alcoólica é capaz de acabar com o esforço e disciplina de uma semana inteira!

As bebidas alcoólicas contêm muitas calorias!

Vale lembrar que, muitas vezes, junto com o consumo do álcool, vem o famoso “tira-gosto”, que geralmente são aperitivos engordurados, frituras, etc. Mesmo em pequenas quantidades, já se torna devastador para aniquilar qualquer sucesso em termos de resultados de emagrecimento e/ou definição.

Veja a comparação:
- 1 grama de proteína = 4 calorias;
- 1 grama de carboidrato = 4 calorias;
- 1 grama de álcool = 7 calorias;
- 1 grama de gordura = 9 calorias.

Observe que o álcool só perde, em quantidade calórica, para as gorduras. Geralmente, as pessoas cortam os alimentos gordurosos quando estão em dieta, mais ainda sim, mantém a sagrada bebida no final de semana.
E ainda existem aqueles que comem menos com medo de ganhar peso e mesmo assim mantém o consumo de bebida alcoólica, o que é um grande erro. A verdade é que as pessoas teimam em temer a comida. Muitos trocam a comida pela bebida, comem menos e bebem mais, e não entendem porque não conseguem emagrecer, já que quase não comem. É uma seqüência absurda de erros cometidos que acabam comprometendo o bom funcionamento do organismo, a saúde e a obtenção de resultados concretos em seus objetivos.

ÁLCOOL x GANHO DE MASSA MUSCULAR

O álcool prejudica os ganhos de massa muscular? A resposta é SIM.
Mas como ele prejudicaria? Bem, vamos por partes:

Se você procura ganho de massa muscular, não existe coisa pior que o consumo de bebidas alcoólicas. O fator principal para quem procura aumento de massa muscular é a alimentação. Se a alimentação é falha, se faltam nutrientes, vitaminas, etc, os ganhos de massa muscular acabem sendo comprometidos. Mesmo que o individuo tenha um bom treinamento e alimentação, seu rendimento e seus ganhos, podem acabar bastante comprometidos devido ao fato de que seu corpo não conseguirá obter os nutrientes e vitaminas como realmente necessitaria.

Ninguém cresce durante do treinamento ou dentro da academia. É fora da academia, durante o descanso, que o individuo irá crescer. Por isso são necessárias boas noites de sono e a manutenção de uma boa alimentação, não só ao longo do dia como durante a semana toda.

Entenda onde o álcool entra nisso observando os efeitos da bebida alcoólica dentro do organismo. O álcool:

- Atrapalha a capacidade do organismo em absorver os nutrientes;
- Causa desidratação do organismo;
- Diminui a taxa de açúcar no sangue;
- Eleva os níveis de cortisol (hormônio do catabolismo);
- Diminui os níveis de testosterona;
- Causa deficiência de vitaminas B1, B2, B6, B12 e C. Vitaminas de extrema importância para aqueles que procuram aumento de massa muscular.

Mesmo sendo bem calórico, o álcool prejudica o organismo, que fica deficiente de vitaminas, sais minerais e proteínas. Ele é rapidamente absorvido pelo corpo e acaba “perturbando o seu metabolismo e a capacidade do seu organismo em restabelecer a glicemia (presença de açúcar no sangue).”

Mesmo bem alimentado, o organismo não consegue absorver bem os componentes dos alimentos, através do intestino delgado — principalmente as vitaminas B1, B6, B3 e o ácido fólico. Isso faz com que a pessoa tenha falta de apetite, e essa deficiência alimentar provoca reações danosas, causadas também pela queda acentuada de potássio, magnésio, cálcio, zinco e fósforo. Estudos recentes também comprovam que o álcool diminuiria os níveis de testosterona do corpo.

Segundo Dr. João Pinheiro (CRMSP 74184 – Fisiologia Hormonal e Esportiva /Nutrição Esportiva) :

“Teses e estudos recentes comprovam que o álcool é hiper-estrogênico, ou seja, nas mulheres, faz seu fígado produzir muito hormônio feminino (estradiol/estrona), e nos homens, esse efeito silencioso é refletido na inibição dos receptores da testosterona no tecido muscular e hipotálamo. Neste último, os danos são ainda mais graves. Eles malham e a fibra somente fica “inchada”, a força não vem, a fadiga e a agressividade aumentam, libido e ereção diminuem cada vez mais.”

Praticamente é muito complicado uma pessoa adquirir uma razoável quantidade de massa muscular “enchendo a cara” sempre. Quem procura aumento de massa muscular sabe o quanto uma boa alimentação e o descanso são fundamentais. Logo, o álcool somente vai prejudicar e/ou retardar os seus resultados.

CONCLUINDO:

Não estou mandando ninguém parar de beber. Se você quer beber, OK. Mas o importante é ter consciência do que está fazendo. Se você procura ter resultados expressivos na musculação, tente evitar ao máximo. Acho que os motivos ficaram bem claros. O grande mal é fazer do consumo do álcool uma rotina. Isso com certeza irá atrapalhar o seu rendimento e resultados.

Lembre-se que “evitar a ingestão de bebida alcoólica” é a primeira observação feita para pessoas que visam ganhar massa ou perder gordura, pois o álcool atrapalha em ambos objetivos. Mas se por acaso você for beber, tente evitar ao máximo os exageros. Não fique horas sem comer e nem beba com o estômago vazio.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

COMA NA HORA CERTA! – Treinando pela manhã




Independentemente do horário de treinamento, o que você come durante o dia (ou o suplemento que utiliza) é fundamental para ajudar no desenvolvimento dos músculos e na queima de gorduras. Aprenda a maneira ideal de sincronizar o treino com as refeições.

Pesquisas científicas demonstram que o melhor ho­rário para treinar é a primeira hora da tarde, quan­do o corpo tem mais força e pode queimar mais calorias e, conseqüentemente, mais gorduras. Isso é uma ótima notícia para os atletas profissionais que vivem do esporte.

No entanto, a maioria das pessoas que vive com os horários apertados pode ter problemas em se adaptar a este cronograma.

Nada impede que sejam consistentes em relação ao horário de treinamento: seja de manhã, à tarde ou à noi­te, após os afazeres diários. Esta consistência ajuda não só nos treinos, mas na alimentação também. Observe que pequenas mudanças na dieta, baseadas no tempo de exercício, podem ocasionar uma diferença positiva nos resultados obtidos. Para auxiliar no aumento de ganhos, apresentamos alguns fatores importantes na parte nurri­cional, independentemente do horário de treinamento.

TREINANDO PELA MANHÃ

Se este é o seu caso, fique atento a dois fatores: primeiro, não treine em jejum. Segundo, não treine após encarar um café da manhã em grande quantida­de. Então, o que pode ser feito? Opte por uma refeição líquida, como, por exemplo, uma vitamina. Utilize um suplemento de proteína em pó ao invés de alimentos sólidos. E depois planeje seu dia da seguinte maneira:

SUPLEMENTOS PARA MALHADORES MATINAIS

Planejar as suplementações das sessões matinais pode não ser fácil. Mas este planejamento elimina os problemas do “quando” e o “que”, e permite tirar o máximo proveito dos treinamentos.

1 – Quando acordar

Coloque sobre sua mesa um suplemento de Argi­nina ou outro potencializador do Óxido Nítrico (NO) e um copo de água. Tome de 3 a 5 gramas da Arginina quando acordar. Isso potencializará os níveis de NO e, portanto, o fluxo sangüíneo até os músculos durante o tremamento.

2 – Pré-treinamento

Tome uma vitamina com 20 gramas de proteína ­10g da proteína do soro do leite e 10g da soja – com 5 a 10 gramas de aminoácidos ramificados (BCM), 200 a 400mg de Cafeína, 3 a 5 gramas de Creatina (substituir por Óxido Nítrico – NO) e 20 a 40 gramas de carboidra­tos de digestão lenta antes de sair para treinar. Desta forma, interromperá o catabolismo muscular noturno, já que o corpo utiliza a proteína como combustível du­rante o sono.

Pesquisas mostram que, como os níveis de Testos­terona estão muito elevados ao acordar, uma vitamina de proteína e carboidratos potencializa o aporte de Testosterona até o músculo e aumenta o número de receptores deste hormônio nas células musculares. Isso significa dispor de mais hormônio masculino para de­senvolver os músculos.

A combinação de proteína e carboidrato oferece a energia necessária para treinar, e a soja potencializa o fluxo sangüíneo e o NO.

Atenção: não consuma o carboidrato caso queira perder gordura; a proteína é suficiente para cobrir es­tes esforços.

Consumir Cafeína pode aumentar a força e a capaci­dade de treinar. Ingira as doses de 200 a 400mg em for­ma de suplemento de Cafeína ou 1 a 2 xícaras de café.

3 – Pós-treinamento 1

Assim que terminar a última repetição, da última série, tome outra dose de 3 a 5 gramas de Arginina para acelerar a recuperação e favorecer o desenvolvimento muscular.

4 – Pós-treinamento 2

É hora de dar continuidade ao processo de recupera­ção. Aproximadamente 30 minutos após ter ingerido a Arginina, prepare uma vitamina com 40 gramas de pro­teína do soro do leite, 5 a 10 gramas de BCM, 3 a 5 gramas de Creatina (substituir por Óxido Nítrico – NO) e 40 a 80 gramas de carboidratos de digestão rápida.

Este aporte de suplementos inicia o processo de desenvolvimento muscular, conhecido como síntese protéica. Tente fazer isso antes de iniciar o dia de tra­balho.

5 – Pós-treinamento 3

Uma hora após ter consumido o vitaminado pós­treino, chega o momento do verdadeiro café da manhã. Consuma 30 a 40 gramas de proteína magra, como 6 claras de ovos com 2 gemas, peito de frango, carne ma­gra, ou requeijão semidesnatado, e aproximadamen­te 40 gramas de carboidratos de digestão lenta, como aveia, pão integral, fruta ou batata-doce.

REFEIÇÕES PARA MALHADORES MATINAIS

Qual a diferença entre comer muito ou comer pouco antes de treinar no período da manhã? Com estas dicas de refeições, você aumentará seus rendimentos durante os treinamentos e conseguirá resultados mais rápidos.

As dicas abaixo levam em consideração um indivíduo que treina, pesa entre 70 e 90kg, e quer aumentar seu volume muscular e perder gordura. Caso seu peso não seja este, procure ajustar as quantidades de alimentos. Procure ingerir aproximadamente 40 calorias, 3g de pro­teínas, 4,5g de carboidratos e 1,1g de gordura por quilo de peso corporal diariamente.

REFEiÇÃO 1: Pré-treinamento

10g de proteína do soro do leite

10g de proteína da soja

1 laranja grande

REFEiÇÃO 2: Pré-treinamento

40g de proteína do soro do leite

500ml de bebida esportiva (isotônicos)

REFEiÇÃO 3: Café da manhã 2 ovos inteiros

4 claras de ovos

2 xícaras de aveia cozida

REFEiÇÃO 4: Lanche da manhã

20g de proteína do soro do leite

1 banana média

1 colher de creme de amendoim

REFEiÇÃO 5: Almoço

1 lata de atum branco

1 colher de maionese light 2 fatias de pão integral

1 xícara de morangos

REFEiÇÃO 6: Lanche da tarde

1 xícara de requeijão light

1/2 xícara de abacaxi em pedaços

6 bolachas integrais

REFEiÇÃO 7: Jantar

250g de salmão na chapa

1 xícara de arroz integral cozido

2 xícaras de brócolis

2 xícaras de salada verde

2 colheres de azeite de oliva e vinagre

REFEiÇÃO 8: Antes de dormir

20g de proteína Caseína

28g de nozes, amêndoas ou avelãs

L. 3.392 CALORIAS, 299G DE PROTEíNAS, 333G DE CARBOIDRATOS E 96G DE GORDURAS

Nota: as proteínas devem ser batidas somente com água.

Aumentando seus ganhos de massa muscular




Algumas dicas :

Regra padrão faça 4 series com 8 ou 6 repetições com carga máxima.

Faça exercício concentrado.

Intervalo entre as repetições de até 30 seg.

Intervalo de uma serie para outra de até 1 min.

Tudo isso associado a uma dieta metabólica muito dedicação e descanso.

lembre-se

treino + descanso + alimentação = resultados

Conhecimento é uma parte importante, mantenha sempre a sua mente aberta para novos métodos de treino e dietas.

O site está aqui para isso te servir nas pesquisas.

A maioria dos iniciantes pecam quando se fala em paciência. Entram para a academia e dentro de 2 semanas estão tomando todo tipo de suplemento. Sem saber quase nada sobre treino, dieta e descanso.

Aumentando seus resultados na musculação




Quando começamos a treinar, agente não pensa em outra coisa a não ser nos resultados, que precisam aparecer rapidamente e fazer seu esforço valer a pena. E, no caso da musculação, alguns truques fazem mesmo a diferença (e explicam porque seu amigo, que começou a fazer exercícios na mesma época que você, já está com o corpo bem mais definido). “Não basta só pegar pesado na carga, é preciso prestar atenção em outros detalhes para tirar proveito máximo da musculação” Quer saber quais são eles? Então aproveite as dicas do personal.

Afinal quem não quer esta todo em forma e ter um corpo bem trabalhado? é simples basta seguir as dicas corretamente .

1. Diminua as séries e aumente as cargas
Geralmente, os professores indicam três séries, de doze ou quinze repetições e mesma carga, para cada exercício. Mantenha as três séries, mas varie a carga e o número de repetições. Comece com doze movimentos no peso que você encerrou o último treino e aumente o peso na segunda série, fazendo dez movimentos. Para terminar, aumente o peso novamente e faça oito repetições.

2. Combine exercícios
Em vez de fazer um exercício de cada vez, combine dois deles para o mesmo músculo, intercalando as séries de um e de outro. Isso agiliza o ganho de massa, porque exige um pouco mais do músculo, potencializando o treinamento em geral.

3. Volte a carga bem devagar
Na hora de erguer o peso, faça o movimento com máxima intensidade. Chegue ao limite e volte devagar. No retorno à posição de repouso, as fibras musculares sofrem microlesões, fazendo com que a recuperação leve ao aumento de músculos.

4. Esgote os músculos
Após suas três repetições habituais, diminua o peso no aparelho (pode colocar uma carga de nível leve) e repita o movimento bem rapidamente, várias vezes. Pare apenas quando sentir queimar. Assim, seu músculo trabalha no limite e é obrigado a se fortalecer com urgência. Só não exagere, prevenindo-se de lesões que impediriam o treino.

5. Comece trabalhando músculos grandes
Isso exige maior esforço e os músculos pequenos atuam como auxiliares. Por exemplo: treine peito antes de treinar bíceps. Treine quadríceps antes de estimular os glúteos.

6. Combine aparelhos e peso livre
O exercício com peso livre, geralmente, é mais difícil de ser executado, enquanto o exercício com aparelho isola melhor o músculo.

7. Aumente a carga todos os treinos
Em vez de ficar por um mês trabalhando com a mesma carga, troque o peso a cada treino, de acordo com sua capacidade. Isso estimula seus músculos a se desenvolverem.

8. Espere um minuto entre as séries
O ideal é descansar um minuto, repetindo a série com mais potencia. O intervalo é necessário para garantir a intensidade do treino.

9. Respire na hora certa
Quando estiver na fase de contração muscular, inspire. E, na volta do movimento, expire. O trabalho dá mais energia para o treino e, pela contração do abdômen, protege sua coluna.

10. Durma bem
O sono recupera o corpo para o treino do dia seguinte e libera hormônios que ajudam a aumentar a massa muscular.

11. Descanse o corpo
Você precisa de, pelo menos, um dia de descanso entre um treino e outro. Esse tempo é necessário para o seu corpo se recuperar das microlesões ocorridas na musculação. Se quiser treinar durante todos os dias da semana, peça ao professor que divida seu treino em dois (um dia para braços, peito e costas e outro para pernas e glúteos, por exemplo).

Musculação pode aumentar peso, mas não engorda!!




Ela pode levar a um ganho de peso, mas em massa magra.

Combinada a uma atividade aeróbica, os resultados são excelentes!

Chama-se de musculação o tipo de atividade física em que se utilizam pesos livres ou aparelhos para trabalhar determinados grupamentos musculares com sobrecarga. Normalmente predomina o trabalho anaeróbico. Pode ser mais aeróbica, quando se prolonga a duração dos exercícios e se utilizam pesos mais leves. É um equívoco achar-se que a musculação engorda. Ela pode levar a um ganho de peso em massa magra, que, no transcorrer de um tratamento para emagrecer, poderia produzir a falsa impressão de que este tipo de exercício pudesse estar retardando os resultados do tratamento. Na verdade, o ganho de peso em massa muscular vai ser altamente favorável à manutenção do peso ideal, já que aumentará o gasto energético basal do organismo.

O gasto calórico médio obtido através da atividade de musculação é de 400 Kcal por hora, para uma pessoa de 70 Kg. Na grande maioria das vezes, o objetivo principal de um programa de treinamento é de perder a massa de gordura e aumentar a massa magra do corpo. Esse é o objetivo mais saudável para o organismo e que pode ser alcançado através de atividades aeróbias (longa duração e baixa intensidade) para diminuição da gordura corporal e atividades com sobrecarga muscular (repetições articulares com esforço muscular) para aumentar a massa magra do corpo. Adquirindo esse equilíbrio, a manutenção do peso corporal e de suas medidas fica facilitada, além da melhoria na qualidade de vida, uma vez que o sistema cardiovascular estará em dia e com bom funcionamento, evitando o aparecimento de patologias.

No pain, no gain?




Quem nunca ouviu esta famosa frase na sala de musculação, oriunda da era clássica do fisiculturismo e repetida exaustivamente no filme pump iron: “no pain, no gain” (sem dor, sem ganho). Por este conceito a dor muscular seria um reflexo do grau de lesão muscular (microlesões) e conseqüentemente da hipertrofia muscular. Mas será necessário mesmo sentir dor para se ter ganhos significativos de massa muscular? E no caso de não sentir estas dores, será que não estamos desenvolvendo bem o treinamento resistido e conseqüentemente não tendo ganhos em hipertrofia?

O que é a dor muscular/conceito de dor muscular

A dor muscular de 1 ou 2 dias após o treino é denominada dor de ocorrência tardia (DOT) ou dor muscular de início retardado (DMIR), tal dor está mais relacionada às contrações excêntricas 1,11 ou a execução de um padrão de movimento diferente daquele ao qual o indivíduo está acostumado, conseqüentemente, modificando o recrutando das unidades motoras 1. Devido a estes fatores, muitos indivíduos sentem dores no início de um programa de exercício resistido ou na mudança de exercícios.

Por que a dor não é fator de hipertrofia muscular – pontos que questionam a relação dor-hipertrofia

Relação da dor com o dano à célula muscular

O incremento nas concentrações sanguíneas de creatina cinase é considerado um dos melhores indicadores de dano à célula muscular. Sua concentração foi alterada sem diferença significativa, em relação a valores, tanto em exercícios concêntricos como excêntricos, sendo que os indivíduos que realizaram os exercícios excêntricos apresentaram um quadro de severa dor 12. O interessante foi encontrar concentrações urinárias elevadas de hidroxilisina e hidroxiprolina, estruturas constituintes do colágeno, em exercício excêntrico 1, evidenciando que este tipo de contração afeta também a estrutura do tecido conectivo.

Treino excêntrico – dor e hipertrofia

Se levarmos em conta a hipótese da dor gerando hipertrofia, poderíamos então, fazer a seguinte consideração: a fase excêntrica esta relacionada diretamente à ocorrência de dor, então este tipo de contração (como também em relação ao treino excêntrico) deve gerar maior hipertrofia. Entretanto, se constatou que a fase concêntrica teve uma maior amplitude nos níveis hormonais de GH em relação à fase excêntrica com respostas iguais para valores do hormônio testosterona 10.

POLLAND (2001) verificou que o treino excêntrico teve respostas iguais ao treinamento convencional. Como aspecto negativo, salientou que o treino negativo (ou treino excêntrico) comprometeu significativamente o ganho de força por várias semanas. No mesmo sentido, FLECK (1999) também não verificou diferenças em ganhos de força e hipertrofia do treino excêntrico em relação ao treino convencional. Em outro estudo, LEGER (2001) verificou que o exercício excêntrico também pode afetar o funcionamento e o controle motor, além de diminuição de força e geração de processo inflamatório com recuperação total em torno de 10 dias.

Relação direta da dor e hipertrofia muscular

TRICOLI (2001) afirma que uma vez que o dano à fibra muscular é focal e não limitado às áreas adjacentes ao sarcolema, o dano à célula muscular, por si só, não provoca a sensação dolorosa. Sendo assim, a dor poderia ocorrer devido aos processos relacionados a inflamação ocorrido em toda estrutura articular/muscular e não somente ao dano estrutural da célula muscular.

Da mesma forma, FLECK (1999) destaca que o dano muscular não segue o mesmo padrão temporal da dor muscular, ou seja, se no momento do treino ocorre dano muscular no mesmo momento deveria ocorrer a dor. Este mesmo autor defende que a dor estaria mais relacionada com os sintomas de edema e inflamação.

O autor mais enfático sobre este assunto é TESCH (citado por BACURAU et al, 2001) que afirma categoricamente que a dor não está relacionada diretamente com o grau de lesão nem com o ganho de massa muscular. No mesmo sentido, WILMORE (2001) afirma que as concentrações séricas de enzimas podem aumentar e as fibras musculares serem lesadas durante o exercício diário e não produzir dor.

Um fator importante é que devido a DOT ocorre uma queda na produção de força 1, 2, 3 e amplitude 1, 4, 5 o que pode acarretar uma queda de intensidade e qualidade em um programa de treino diário, como também na performance de um atleta 11.

Outro ponto básico seria sobre o que o treino objetivando a dor pode acarretar sobre a recuperação do indivíduo. Neste sentido DARR (1987) afirma que lesões musculares severas, as quais podem ocorrer devido a treinos exagerados seguindo a filosofia de dor, reduzem o potencial proliferativo das células satélites, organelas responsáveis pela recuperação e crescimento muscular. Neste mesmo estudo, o autor afirma que este tipo de treino pode comprometer a capacidade da recuperação/regeneração muscular.

Um aspecto interessante sobre a recuperação seria que se há lesão, existe um processo inflamatório para a recuperação do tecido conseqüentemente a dor estaria relacionada com a inflamação, entretanto CROISER (1996) verificou em indivíduos do sexo masculino que realizaram contrações excêntricas intensas e apresentaram quadro de dor não tiveram aumento na concentração de prostaglandinas, substâncias responsáveis pelo processo inflamatório.

Conclusão

Enfim, em nenhum estudo ou citações de autores foram identificados as causas fisiológicas da dor 1,2,3,5,7,8,11. Existem várias hipóteses, mas nenhuma evidência comprovada. É importante salientar que ganhos de massa muscular (hipertrofia) ocorram sem que necessariamente exista quadro de dor muscular 1,11.

Conforme os aspectos acima citados, em nenhum momento se verificou uma ligação direta de dor e hipertrofia muscular, até mesmo o que se notou foram certas desvantagens. É claro que no início e em algumas mudanças de treino iremos sentir a dor desagradável ao nos movimentarmos, porém em nenhum momento se objetivou sentir dor e sim a alcançar a fadiga muscular.

O interessante é notar que até mesmo os grandes fisiculturistas exercitam até o limite da fadiga, mas com uma preocupação freqüente da dor como sinal de uma lesão e não de crescimento muscular13. Para esse grupo de atletas a frase “no pain, no gain” tem mais o sentido de exercitar até o corpo não responder aos exercícios, alcançar a fadiga total, do que em relação à dor proveniente do treino.

Se o objetivo for ser um masoquista não há problema em vir à sala de musculação e se submeter aos mais cruéis e mirabolantes treinos defendidos pelos adeptos da dor ´´agradável´´. Agora se o seu objetivo ganhar de massa muscular é melhor parar de acreditar em marombeiros e passar a acreditar em treinos sérios propostos por profissionais sérios.